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segunda-feira, 12 de maio de 2008

fruta

olá

sei que não tenho parado muito nesta morada, mas a vida é mesmo assim.
ora se vem, ora se vai para outro sítio qualquer...enfim, deixemo-nos de filosofias baratas que ainda é cedo, estamos no princípio de uma nova semana e o que venho aqui tratar é um assunto muito sério.
supermercados!
é verdade, supermercados.

alguém me disse um dia, que o nosso espaço físico só é respeitado se conseguirmos abrir os dois braços, completamente esticados para o lado e não tocarmos em ninguém...não me lembro quem foi, mas quem quer que tenha sido estava coberto de razão!

pois bem, o que sempre foi uma situação desagradável, foi evoluindo, evoluindo até se transformar numa obsessão!

EU NÃO AGUENTO QUE ME TOQUEM NOS SUPERMERCADOS!!!
simplesmente não aguento!
aquela situação de estar na fila para pagar e estarmos constantemente a levar com o carrinho ou com a trampa da cestinha nos pés e nas pernas...e depois, quando estamos a meter as nossas compras no saco e a pessoa que está atrás de nós (que está acompanhada e pode ir logo para a parte da frente da caixa) começa a tentar tirar um saco que está por baixo das nossas coisas...fico completamente fora de mim!!!

eu sei que o nosso blog é uma coisa familiar, mas faço aqui um apelo e espero que passem palavra...

NÃO SE CHEGUEM PERTO DE MIM NUM SUPERMERCADO!!!*

*excepção feita a homens com mais de 1, 80, bem parecidos e com dinheiro!

obrigadíssima.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

VOX POP

"Tás aí com a bilha alçada a ver se vem espeto."

No Lux
(convém dizer que a bilha era de um homem)

terça-feira, 6 de maio de 2008

Paraíso do Peixe

Este fim-de-semana (prolongado para alguns), enquanto viajava de carro, deparei-me com uma publicidade intrigante. Dizia: «Restaurante Paraíso do Peixe». Uns quilómetros mais à frente (porque tenho compreensão lenta) dei comigo a pensar no grande disparate que é chamar paraíso a um sítio onde o peixe já está morto. Supostamente o paraíso devia ser aquele sítio onde a nossa alma, imortal, permaneceria até que o tribunal nos ordenasse o despejo por falta de espaço - não sei exactamente que àrea ocupará uma alma.
Será que existe algures um restaurante que é o paraíso das pessoas? E o que é que se come lá? A Merche Romero não é de certeza, porque essa (que Deus a conserve por muitos anos) já é bastante comida por cá.
E os peixes? Em que acreditarão esses simpáticos bichos de barbatana e olho esbugalhado? E mesmo que acreditem em alguma coisa? Fará diferença? Os peixes só têm um tempo de memória de quatro segundos, o suficiente para responderem apenas a uma pergunta: «O que sou eu? Oh, um peixe. O que sou eu? Oh, um peixe. O que...» e por aí adiante.
Pela minha parte, não estou interessada em ir parar ao paraíso, se isso significar ser servida em rodízio de grelhados. Ao menos que seja servida embrulhadinha numa alga e cruazinha como o sushi.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Quem quer um beijo?



Este sorriso é de cair para o lado! E de nos deixar com outro na cara... e é tão primaveril.

ZZZZZZZZZZZZZZZ


Parece que o fim-de-semana XXL nos deixou, a todos, num sono profundo....
WAKE UP!!!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Zee Plane, Zee Plane!

Que grande seca. Ninguém coloca um post novo e eu, que tenho sempre tão pouco para dizer, vejo-me na contingência de ter que usar a minha tagarelice. Mas o que dizer quando não se tem nada para dizer?
Mas não é verdade. Há um assunto urgente, importante e inadiável que é preciso abordar. Então não é que estão a desmanchar o Avião? Esse ponto turístico emblemático da cidade de Lisboa?
Para os mais distraídos (ou moradores da Brandoa - mudámos de embirração), o Avião era aquele local de entretenimento nocturno, onde qualquer pato-bravo da construção civil podia ir relaxar na companhia de meninas oriundas de países exóticos e talvez isentas de doenças venéreas.
O seu ambiente selecto. A qualidade dos espectáculos e sobretudo a localização privilegiada do empreendimento - no meio de vias rápidas ali perto do Aeroporto - faziam do Avião uma paragem obrigatória para turistas demasiado pobres para ir até à Tailândia em busca de prazer efémero a troco de dinheiro.
O seu dono acabou por ter uma morte digna de um filme do Paul Verdhoeven (Brandoa: com grandes explosões) e o empreendimento faleceu também. Ora, sem o Avião onde vai o Funcionário Público com fetiche por saltos altos libertar a sua tensão? Onde vai o Engenheiro Informático sado-masoquista? Onde vai Portageira que gosta de ser tratada por Mário Rui?
Eu respondo: para as nossas ruas. Vão perseguir colegiais de calça justa e umbigo de fora. Vão tornar-se ainda mais imbecis no trânsito. Vão olhar para os decotes em vez de olhar nos olhos das interlocutoras. Vão para casa gastar dinheiro em chamadas de valor-acrescentado ou pior ainda, vão começar a ter sonhos eróticos com a vizinha do andar de baixo que posso ser eu, vocês ou mesmo as vossas primas da terra que têm buço!
Com tantas petições que para aí andam, faça-se já uma para reabrirem o Avião! Com a velocidade com que resolveram destruir aquele, qualquer dia ainda se lembram de transformar o Terreiro do Paço em centro comercial ou deitar abaixo a Torre de Belém! Vamos preservar o que a nossa cidade tem de melhor! E sobretudo vamos dar um porto de abrigo àqueles senhores com barriga e unha do dedo mindinho crescida que também precisam de amor e muito álcool no sangue para chegarem a casa e darem uma bofetadazinha ou outra nas esposas por elas não serem como a Rosineide Nordestina.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Lição de Economia

Uma vez, num lugarejo, apareceu um homem a anunciar aos aldeões que compraria macacos por €10 cada.
Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça.
O homem comprou centenas de macacos a €10 e os aldeões diminuíram o seu esforço de caça.
Então o homem anunciou que pagaria €20 por cada macaco e os aldeões foram novamente à caça.
Logo que os macacos começaram a escassear, os aldeões desistiram da busca. A oferta aumentou para €25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por €50!
Entretanto, como ia à cidade, deixaria o seu assistente a tratar da compra dos macacos.
Na ausência do homem, o assistente disse aos aldeões:
- Olhem todos os macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender-vos por €35 e, quando o homem voltar da cidade, vocês podem vender-lhe por €50 cada.
Os aldeões, muito espertos, pegaram nas suas economias e compraram todos os macacos ao assistente.
Nunca mais viram nem o homem nem o seu assistente, só macacos por todo o lado.
Assim ficaram saber como funcionam os mercados financeiros!...