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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Nada...

Preciso mesmo dizer o que me apetece fazer hoje?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

quando a nossa postura nos engole.

que uma mulher, mesmo nos dias que correm, é obrigada a adoptar uma carapaça mais dura quando tem um grande talento e o aplica profissionalmente, não é novidade para ninguém!

é, aliás uma atitude com centenas de anos de história e a esta altura do campeonato, já vem inscrita no nosso código genético.
"...queres fazer isto?...então, coragem!...peito pra fora...impõe-te!"
e nem sequer digo isto com alguma mágoa por a sociedade nos obrigar a disfarçar a nossa feminilidade em certas situações, não. é assim.(ponto)
é tão natural como comer, dormir, sonhar...
mas há neste processo, uma série de curvas perigosas onde podemos facilmente ser apanhadas e não mais conseguir retroceder.
e porque é que estou com esta conversa, perguntam vocês?
ontem almocei com uma antiga colega (que continua na a trabalhar na minha empresa mas não no meu departamento) que era, aos vinte e tal, trinta anos, exímia nesse processo.
bruta que nem casas, bandeirosa, egocêntrica, assertiva como só ela sabia ser! calava qualquer homem que ousasse contradizê-la e levava sempre a melhor. no entanto, conseguia ser super feminina e com uma vida social interessante...era um caso perfeito de dupla personalidade por conveniência de sobrevivência.
e eu pensava: "ora aqui está! espeeerta!"
enganei-me!
agora que conseguiu um lugar ao sol, num spot até bastante confortável e mais ou menos exculsivo...está um autêntico camião tir!!!
eu diria mesmo que até roça o ordinário, tal é a brutalidade com que pede que lhe passem o sal!
já não se arranja como costumava e passou o almoço a exaltar-se!
ora, digo eu que, o que até uma certa altura era uma estratégia cuidadosamente pensada como forma a atingir um fim, passou a ser o objectivo propriamente dito.
engoliu-a!

livra!

terça-feira, 22 de julho de 2008

It Ain't Against The Law!

Na rubrica a que decidi chamar: «Matem-me já e paguem depois», o escolhido foi... Jude Law.
Nem tenho mais palavras...

Pushing Daisies

Esta é a minha nova paixão. Chama-se «Pushing Daisies» e conta a história de Ned que descobre cedo ter um estranho dom. Com apenas um toque devolve à vida quem já morreu. Só que quem ressuscita não pode voltar a ser tocado por Ned. E logo no primeiro episódio quem morre é Chuck - o seu primeiro e único amor!
Ned usa o seu dom para resolver homicídios, mas não pode voltar a tocar em Chuck, senão perde-a para sempre.

Ned trabalha como Pasteleiro e faz tartes. Tem um cão carente e neurótico porque nunca lhe faz festas. Adivinharam? Ned também ressuscitou o cão.

E Chuck, a verdadeira heroína romântica. Doce, simpática, prática e gira. Ela sabe o segredo de Ned. Sabe que jamais se poderão tocar, mas ainda assim não deixa de o amar.

Esta história é tão querida, romântica e tão bem filmada que vai passar a ocupar as minhas noites de 2ª feira na RTP 2 (22h40). Pelo menos enquanto a franja não crescer!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

cleva, cleva, cleva...


silly, silly, silly...


não há nada pra contar.

tirando a procura da esplanada perfeita, alguns (poucos) itens que vamos aproveitando nos saldos, a interrupção das aulas de alongamentos no ginásio, as poucas e infelizes pessoas que estão a trabalhar, um livro ou outro que se vai folheando, os lugares de estacionamento disponíveis em qualquer travessa da cidade, a facilidade de irmos a qualquer sítio num abrir e fechar de olhos, as ruas desertas, uma ida ao cabeleireiro, o calor, duas belíssimas nódoas negras, um ipod estragado e um escritório que mais parece um forninho, não se passa rigorosamente nada!
engraçado...
eu que gosto tanto de estar sozinha, detesto estar na cidade quando não está cá ninguém.

Franjinhas

Pronto, já está! Fui cortar o cabelo. Na verdade fui cortar a franja. Ainda que não pareça a Beatriz Costa, a verdade é que não me via de franja desde a 4ª classe. É preciso uma mulher muito segura da sua franja para sair assim à rua. O que vale é que ela cresce.