
Tendo reflectido longa e profundamente sobre o caso (foram os cinco minutos mais desgastantes da semana), decidi que, caso a lei seja aprovada, me irei casar com uma rapariga simpática, que seja organizada, boa cozinheira, tenha bom gosto, vista o meu número de roupa ou, na pior das hipóteses de sapato, tenha um número obsceno de malas, não se importe que eu me apaixone de vez em quando por um rapaz garboso, acredite que basta casar para se acabarem as relações sexuais e não seja ciumenta. Não devem ficar muitas garotas fora deste critério, é o que me parece. Se conhecerem alguma, podem apresentar-lhe este naco de internet.
O mais difícil será convencer-me que o casamento é uma coisa boa. Acredito mais em hobbits do que nos casamentos. Bom, se calhar os hobbits existem mesmo. O casamento foi uma invenção muito conveniente que ajudava a impedir que as pessoas se embrulhassem umas com as outras até à exaustão. Prova irrefutável da sua eficácia! Depois, aparece numa altura em que a esperança média de vida rondava os trinta anos, por isso se casava para a vida. Não sei se estas informações constam da Wikipédia, mas na Lupédia estão gravadas a ouro.
Vamos lá a ver no que isto vai dar. Já na Islândia as coisas andam mais complicadas: parece que está à beira da bancarrota. Imagine-se!
3 comentários:
wtf ?
Será que a Bjork vai cair no buraco também?
Casamento? Só a palavra já arrepia. Não gosto de encorajar ideias suícidas mas é apenas uma questão de igualdade e de direitos.
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